O Futuro usa salto alto!

O papel feminino tem maior importância nos dias atuais

 

As mulheres conquistaram o mercado de trabalho e a luta com os homens no setor trabalhista tornou-se acirrada. Cargos, antes ocupados pelo sexo oposto, agora são almejados por elas, o sexo frágil!

Conciliar a família e a vaidade à carga horária de trabalho já não é mais um bicho de sete cabeças. O prazer passou para segundo plano e a dedicação cresce em torno dos negócios; no campo das profissões, conquistaram avanços inimagináveis em outras épocas. As realizações femininas, em alguns casos, ultrapassaram a masculina.

O homem, associado à idéia de força, assumiu perante a sociedade o poder, posses e bens materiais, fazendo com que haja o estimulo à propagação de sua linhagem, de preferência com um herdeiro varão que continuará com os interesses do pai. Caracterizada pela reprodução e os cuidados com o lar, a senhora torna-se incapaz de assumir a liderança familiar, por sua pouca eficácia em termos de sobrevivência, sendo submissa ao homem que se destaca por sua força braçal.

A Revolução Industrial incorporou a figura feminina ao mundo fabril. Nesse período, o homem começa a “perder” seu espaço perante a indústria, mas não pelo reconhecimento da capacidade da mulher, e sim pela mão de obra barata. A desigualdade era crescente e grupos femininos contrários à situação, manifestaram-se; a revolta denominou-se Feminismo e visava principalmente igualdade nos salários, na carga horária, nos benefícios e no direito ao voto, que foi concedido sem restrições e obrigatório, apenas em 1946.

Com dupla tarefa, também cresceu a exigência por creches e escolas, uma vez que passavam um longo tempo fora do lar. O ingresso no trabalho, no começo, ficou restrito a atividades consideradas leves, sendo basicamente em serviços docentes, enfermarias, atendentes, serviços domésticos e uma pequena parcela na indústria e na agricultura.

O mesmo processo que inclui a mulher nas fábricas passa a ser o carrasco da falta de emprego para a população, visto que as máquinas ocuparam suas posições diante das empresas. Os sindicais e as feministas juntaram-se em busca de melhores condições. “A partir desse momento, que há uma colaboração mútua na luta contra o sistema”, comenta Juliana de Souza Ramos, socióloga.

Posições

O crescente número de mulheres que ocupam altos cargos em empresas, origina-se de um processo de conscientização geral, que permite oportunidades para o preenchimento de vagas, pelo reconhecimento do empenho e esforços dedicados ao campo profissional, ressaltando a união dos sexos para a construção de uma nação melhor, sem subdivisões.

A sociedade atual é dinâmica, fruto da evolução humana e de lutas pelos direitos igualitários. Ainda há preconceitos, mesmo com os avanços, porém, mais por falta de conhecimento e esclarecimento de uma visão mais abrangente do esforço feminino. A tendência para a igualdade cresce a cada dia, por meio da luta e do reconhecimento de toda a sociedade. “Na política, por exemplo, uma das maiores dificuldades é preencher um número mínimo de vagas no poder público por mulheres; a maioria ainda desconhece seu potencial e a necessidade de uma participação mais efetiva; entretanto, aos poucos, os espaços vão sendo conquistados. É tudo questão de tempo”, comenta Célia de Camargo Leão Edelmuth, advogada e deputada estadual pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira).

O céu não é o limite

O trabalho está incorporado à essência feminina. Nele, elas buscam informações e se interessam por diferentes temas. São chefes, exercem atividades cientificas, ocupam cargos políticos, interagem com esportes, fazendo com que suas opiniões não fiquem apenas voltadas aos lares. A visão de fragilidade e de responsabilidade por serviços domésticos é contraditória, uma vez que as atividades de uma casa também requerem força física. São requisitadas em todas as aéreas, pelo seu árduo estudo, tendo mais interesse em temas que provocam o raciocínio e compreensão de diversos assuntos. “Inteligência, ousadia, atenção e dedicação. Somos tudo isso e no trabalho fora do lar levamos a nossa sensibilidade feminina”, diz Gislene Maria Cardoso Borges, funcionária publica e chefe de RH.

A boa aparência é cultivada; as que ocupam cargos de alto nível capricham em roupas e acessórios, sem maiores exageros. Vestem-se e penteiam o cabelo de acordo com o ambiente interno, sem contar a boa comunicação, já que a persuasão é um dos destaques para a conquista de negócios.

Leque de escolhas

Maior participação na política, economia e no mercado de trabalho não são as únicas conquistas. Nos relacionamentos, a autoridade feminina também está abrindo suas asas; a independência financeira faz com que elas se sintam à vontade para “escolher” seus parceiros. A preocupação da realização profissional deixa de lado o idealismo do casamento e, por conseqüência, o de filhos. Isso está ligado diretamente a sua maior instrução. ‘’Mulheres com ensino superior casam-se mais tarde’’, comenta Juliana. ●

Da pia ao escritório

Correria e dinamismo na rotina feminina

“Vamos colocar a boca no trombone e ajudar o marido a pagar as despesas, sem perder a feminilidade e os cuidados consigo”, comenta Andréia Gomes, Assessora Parlamentar.

Correndo, a mulher passar a maior parte do seu tempo fora de casa, dedicando à família e aos cuidados do lar, uma pequena parte de seu tempo.

Quando há uma grande quantidade de pessoas em uma casa, o custo de vida é alto, e às vezes, as necessidades aparecem, e elas, vão à busca do seu lugar na sociedade, colocando o que comer na mesa de casa. Mudou-se o estilo de vida das mulheres, que outrora esperava em casa o alimento trazido pelo homem.

Trabalhar fora se tornou realidade para a população feminina. A busca pela independência é constante e o pouco tempo destinado à família é recompensado logo quando se chega em casa. “Trabalho fora e quando retorno, dou toda a atenção a minha família” diz Gislene Maria Cardoso Borges, funcionária publica estadual e chefe de RH.

Pelo visto, ser multitarefa não é um problema para elas, que conciliam e realizam tudo com muita dedicação. A saída do lar para o campo profissional beneficiou a sociedade e a família. Se antes, eram vistas singularmente como sinônimos de reprodução da espécie, agora, estão em busca de novidades e desafios.

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11 respostas em “O Futuro usa salto alto!

  1. Isso pra mim é feminismo que consegue ser tão ridículo quanto machismo.

    Afinal, cada um tem sua importância, cada um faz melhor um certo tipo de trabalho. Em sua maioria, em específicas funções, o domínio pode se eximar das caracteristicas de um dos dois sexos. Ao fim, ambos se preenchem em uma sociedade onde as funções podem ser bem executados por ambos.

    Assim como temos mulheres dirigindo (e bem) veículos de grande porte, temos também grandes e magníficos chefes nos maiores restaurantes mundiais!

  2. Gostei muitodo seu comentário no meu blog, não quis ser feminista, ao escrever a reportagem, claro que conheço as qualidade e caracteristicas de ambos os sexos, quis apenas infatizar que as mulheres, também, estão bem colocadas no mercado, e os homens por sua vez ajudam no trabalho de casa. Obrigado, passe lá mais vezes

    beijos

    kati

  3. Olá, minha flor!

    Muito bom o seu texto! Foi muito gostoso rever toda a história deste avanço da mulher na sociedade.
    Sim, infelizmente ainda hj existe o preconceito por parte de alguns desinformados e machistas. Mas, isso n deixa a mulher inibida de lutar pelo que ela quer e nem de ter o seu reconhecimento. Mulher era sinônimo de ser do lar, cuidar dos filhos e só. Hj ela é sinônimo de guerreira, que sim, cuida do do lar, dos filhos, mas que n fica somente nisso, ela tem uma jornada dupla e isso só mostra o quão forte e corajosa ela é.

    Beijos e te espero lá no blog, tem post novo 😉
    http://www.nicellealmeida.blogspot.com

  4. Não vejo como feminismo, apenas está sendo salientada de forma crítica a importância da mulher que muitas vezes ainda é desmerecida, tanto em setor de trabalho com nos demais.

    Se vivemos em um mundo onde se prega a igualdade, porque não destacar essa diferença? Artigo mais do que justo e adequado sim!

    Gostei! salto alto sempre…

    Até a próxima!

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